Muçulmano é consumidor fiel a marcas e empresas

A Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com apoio da Câmara Árabe e da Academia Halal do Brasil, promoveram o curso on-line “O Mundo Islâmico: Oportunidades e desafios para a agropecuária no Brasil”.

Numa das aulas, o presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Rubens Hannun, trouxe informações valiosas para quem deseja se relacionar comercialmente com o mercado islâmico. Segundo ele, “é preciso levar em conta as suas características, como a maior fidelidade às marcas e o senso de coletividade”.

Segundo Hannun, os muçulmanos demoram mais a se aproximar de novas marcas e empresas, e optam por aquelas que consideram confiáveis e estruturadas, não estão muito disponíveis para testes, novidades ou tudo o que é desconhecido. Se uma marca não respeitar valores culturais locais, não terá aceitação. E fez um alerta: a população islâmica tem um índice de crescimento bem acima do geral e uma população bastante jovem.

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